Dor Crônica: avaliação integral, função, sono e qualidade de vida
Dor crônica não é apenas uma escala de intensidade. Localização, duração, função, sono, humor, atividade física, exames prévios e tratamentos já tentados ajudam a construir um plano de cuidado.
Em resumo: este conteúdo é educativo. Diagnóstico, solicitação de exames e tratamento dependem da avaliação individual e do contexto clínico.
O que a consulta procura entender
Tipo de dor, irradiação, fatores de piora e melhora, limitação funcional, sintomas neurológicos, trauma, febre, perda de peso, uso de analgésicos e resposta a tratamentos prévios.
Sono e saúde mental fazem parte da dor
Privação de sono, ansiedade e sintomas depressivos podem amplificar sofrimento e incapacidade. Isso não significa que a dor seja imaginária; significa que o cuidado precisa considerar múltiplos componentes.
Revisão de medicamentos
Anti-inflamatórios, analgésicos, anticonvulsivantes, antidepressivos e outros adjuvantes têm indicações e riscos diferentes. Função renal, idade, outras medicações e efeitos adversos precisam ser considerados.
Quando a avaliação presencial é importante
Fraqueza progressiva, perda de controle esfincteriano, anestesia em sela, febre, trauma relevante, suspeita de infecção ou neoplasia e dor com sinais neurológicos exigem avaliação presencial.